O Diário de Teles Dracul
Tudo começou quando eu Jonatan Castro, estava trabalhando numa escavação na cidade de Transilvânia no ano de 2010, estávamos ali fazia uma semana de trabalho duro, naquela época era primavera as flores estavam saindo, onde nós estávamos era cercadas de montanhas, tinha um ar de mistério naquele lugar, estávamos ali por que talvez tivesse ossos de dinossauros naquela região, e queríamos saber se era verdade.
Mais ali naquela região tinha uma lenda antiga que no ano de 1322 vivia um vampiro, mais eu não acreditava nessas histórias, mais todos afirmavam que a lenda era verdadeira, ate me disseram o nome do tal vampiro, era Teles Dracul, e que estaria enterrado naquelas redondezas, mais eu nem dei bola porque sei que histórias de povo sempre existem, continuei meu trabalho como o de costume.
Passou-se mais uma semana de trabalho mais teve uma certa manhã que tudo começou mesmo, era um dia de sol, tudo estava normal gente escavando para ver se tinha algo ali, quando um rapaz gritou de lá de longe.
-Senhor Jonatan corra aqui depressa!
Eu imediatamente corri pra lá para ver o que era o rapaz estava pálido, olhei para o chão estava um caixão fechado me deu um frio estranho pelo corpo o rapaz falou:
-Senhor devemos abri-lo?
-Não sei meu rapaz se nós abrimos não devemos falar pra ninguém, pois mexer em sepultura e crime.
Abrimos aquele caixão e nele tinha um corpo como estivesse dormindo estava inteiro, e ao lado dele tinha um livro grosso grande antigo, me arrepiei e me lembrei da história do tal vampiro, mais me acalmei e peguei o livro e disse para o rapaz:
-Enterre esse corpo e não diga pra ninguém o que viu! Fui claro?
-Sim senhor pode deixar.
Fui pra dentro de meu quarto e guardei aquele livro em uma gaveta pra de noite eu ler, voltei para o meu trabalho, passei o dia todo pensando naquele livro misterioso o que seria? Será verdade aquela história?
A noite chegou comi numa pensão que eu estava hospedado, conversei com alguns amigos que ali estava, e subi para o meu quarto tomei um banho quente e fui pegar aquele livro que começava assim.
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Ano 1322.
Meu nome era Tele Dracul, tinha 19 anos de idade quando tudo isso começou, moro na Transilvânia sou de família nobre, meu pai era dono dessas terras o nome dele é Richard Dracul, já era idoso tava na hora de eu assumir os negócios da família, mais eu não queria saber de nada pensava que minha vida já estava ganha, gastava as coisas nos jogos, mulheres e etc, mais meu pai já estava impaciente comigo, me dizia que eu já estava na hora de me casar e assumir os negócios da nossa família sabia que ele esta certo decidir aceita o conselho do meu pai, mais no fundo nunca estava feliz com nada parecia que faltava alguma coisa na minha vida, assumir os negócios do meu pai, tava tudo certo na minha vida.
Uma noite estava passeando pela praia sobre a lua cheia, a praia estava iluminada só pela luz da lua, tava calma as ondas, quando de repente avistei um senhor de longe, fui chegando perto e percebi que aquele senhor não morava na cidade, tinha uma aparecia assustador, seu rosto era branco, alto, cabelos lisos, se vestia muito bem tinha uma capa preta com vermelho, por dentro e perguntei:
-Boa noite senhor, o senhor e dessas redondezas? Porque nunca tinha visto o senhor antes!
-Boa noite rapaz, sou novo na cidade cheguei há pouco tempo mais estou naquele castelo ali logo adiante, é um pouco afastado mais e um belo lugar pra se morar.
-Bom deixe-me apresentar, meu nome é...
-Espere eu sei quem e você seu nome e Teles Dracul não é?
-Sim mais como o senhor sabe meu nome?
-Meu caro jovem eu sei tudo sobre você!
-Mais como se nos conhecemos agora.
-Sim sou muito bem visto nessa cidade deve ser isso
-Com certeza!
-Desculpa a discrição mais no que o senhor trabalha?
-Trabalho no campo, quero ver se consigo algumas terras por aqui.
-Então seremos bons amigos, tenho umas terras bem por aqui por essas bandas.
-Que bom mais vamos com calma vamos se conhecer melhor e ai agente ver o que dá não acha?
-Sim com certeza! Você mora sozinho? Alias qual é seu nome?
-Meu nome é Robert Valesco, não moro com minha família sou um homem solitário.
-Nossa deve ser meio difícil viver sozinho!
-Nem queira saber meu caro jovem, mais quero ver se consigo acabar com essa solidão.
-Vai se casar? Já tem uma donzela em vista?
-Talvez!
-Bom senhor Robert esta ficando tarde mais gostaria de encontra o senhor mais vezes.
-Eu sempre ando aqui a noite sozinho se quiser vir amanha?
-Acho que irei voltar, gostei da sua conversa então até amanha a noite senhor!
-Até Teles...
Fui direto para o meu castelo, tava muito cansado aquela noite, mais fiquei pensando naquele homem solitário sem ninguém na vida deveria ser muito difícil, bom continuei minha vida fui num almoço de negócios e um amigo comentou sobre Robert.
-Já conheceu o mais novo morador de nossa cidade Teles?
-Sim! Eu estava caminhando pela praia e encontrei o senhor Robert me pareceu um velho solitário.
-Sim ele vive sozinho no castelo da praia, me disseram que ele ta interessado em terras por aqui, e dizem que ele e muito rico e que ele quer se fixar em Transilvânia.
-Deve ser um bom homem, acho que vamos fazer negócios, pois ele me falou que quer umas terras perto da praia, que por sinal são minhas, então vamos aguardar.
Meu dia foi normal como sempre, mais não parava de pensar naquele homem, me impressionou bastante tanto no aspecto, quanto saber que ele era sozinho, aquele castelo que ele mora e muito grande pra uma pessoa só, deveria ser muito triste mesmo, chegou a noite e lembrei-me que tinha marcado de ver Robert, pensei será que deveria ir mesmo? Pois ele me pareceu muito estranho, mais combinei teria de ir.
Chegando lá estava muito calmo o ambiente só se ouvia o barulho das ondas batendo nas rochas, mais continuei minha caminhada, estava distraído com meus pensamentos quando de repente uma mão sobre meu ombro me fez congelar, era ele com aquele mesmo aspecto assustador.
-Boa noite senhor Teles, desculpas por ter te assustado, o senhor mais estava de costas, me perdoe.
-Boa noite senhor Robert, não foi nada, pois estava com meus pensamentos longe, como senhor ta?
-Bom vou indo com essa minha vida solitária, mais não posso reclamar, pois tem suas vantagem.
-Eu não vejo vantagem mais se o senhor diz, quem sou eu pra discordar, então senhor Robert interessado nas minhas terras ainda?
-Com certeza achei um lugar maravilhoso para se viver, mais vamos com calma meu rapaz temos tempo pra fazer negócios, quero ser seu amigo, pois você sabe não tenho ninguém, portanto vamos conversar um pouco.
-O que gostaria de conversar? O senhor me parece ser um homem muito culto.
-Tem aquele ditado, quem vive mais sabe mais, não e assim?
-Com certeza!
-Pois bem, já que você me pediu pra puxar um assunto, vou-lhes perguntar uma coisa, você já ouviu falar em Drácula ou Vampiro?
-Sim mais acho que isso é mito.
-Nem tudo que se ouve meu rapaz é mito, onde a fumaça a fogo não acha?
-Pode até ser! Mais o senhor acredita mesmo nisso?
-Há mais segredo na terra do que você possa imagina meu caro, bom, vou ser bem franco com você Teles, eu vinha te observando há muito tempo percebi que você tem um vazio em sua vida ta certo?
-Sim mais como o senhor sabe de tudo isso da minha vida, porque anda me observando?
-Calma meu rapaz, uma pergunta de cada vez, meu caro jovem eu sei de tudo que se passa com você. E estou te observando porque tenho interesse em você.
-Como assim interesse em mim?
-Muito simples, eu sou um drácula! E quero te fazer uma proposta irrecusável.
-Como assim Drácula, e que proposta quer me fazer?
-Você já pensou em ter vida eterna? Poderes, tudo que você quiser na vida?
-E qual seria o meu preço? O que eu teria que fazer pra ter tudo isso?
-Você teria que se afastar da sua família porque com certeza eles não iriam aceitar um Drácula, não acha?
-Não sei, tudo isso é muito confuso pra mim, amo minha família, e também quero ter minha própria família e filhos, não sei deveria pensar nesse assunto porque pode mudar completamente minha vida.
-E isso é verdade, não terá nada disso mais em compensação ganhará a vida eterna e poderes.
-E como eu me afastaria de minha família?
-Simples forjando a sua própria morte meu caro, eu mesmo fiz isso há anos atrás.
-Mais como seria essa falsa morte sem corpo e sem nada?
-Bom eu já pensei no caso, eu mataria uma pessoa qualquer e forjava um incêndio, onde você estivesse e você sairia do fogo e eu colocaria essa pessoa no seu lugar.
-Meu Deus matar uma pessoa! Não, isso não, não conseguirei ir tão longe assim.
-Calma meu rapaz isso eu vou fazer basta você querer, e tem mais uma coisa, você vai ter que se acostumar a matar pessoas porque você vai sobreviver de sangue humano não se esqueça disso.
-Não sei se terei coragem de fazer isso, posso pensar um pouco sobre tudo isso?
-Sim com certeza, você deve pensar bem sobre isso meu caro rapaz, porque mudará pra sempre sua vida.
Nos despedimos ali, estava confuso de tanta revelações, propostas, vida eterna e poder, era de mais pra mim,não sabia o que fazer, iria viver escondido de todos e do mundo, como iria matar alguém pra sobreviver? Mais também tinha o outro lado viver eternamente ver a evolução do mundo.
Mais será que eu deveria fazer isso com minha vida?
Para ter a vida eterna, será que valia a pena viver assim sem família, sem amor, não sei devo pensar muito, mais a ambição mexe com a cabeça das pessoas, tenho que dar a resposta o quanto antes, ou será que devo pedir mais tempo pra pensar, bom vou agir normalmente como sempre vivo e a noite eu resolvo o que fazer.
O dia amanheceu quente naquela manhã, acordei disposto, fui fazer minha higiene como sempre, e desci para o café, meu pai já estava na mesa.
-Bom dia pai que lindo o dia não?
-Bom dia meu filho, sim o dia esta lindo, onde você foi ontem à noite?
-Oras pai fui dar uma volta na praia, porque?
-É que um amigo meu te viu na praia com um homem estranho, quem era?
-Há! É o novo morador da nossa cidade ele se chama Robert Valesco.
-Já ouvi falar dele meu filho, diz por ai que ele só sai a noite, nunca se vê ele de dia todos estão achando estranho, cuidado meu filho.
-Sim me pareceu um homem estranho mais à conversa dele é agradável, e bastante culto.
-Diz também que ele e muito rico, e que esta interessado em terras por aqui.
-Sim isso e verdade, falamos disso mais ele quer ir com calma conhecer mais os lugares por aqui ai, quem sabe ele posa comprar umas terras.
-Meu filho que tal oferecemos um jantar pra ele aqui em nossa casa? Assim eu conheceria o tal Robert.
-Por mim tudo bem, pois vou encontrar com ele hoje a noite e posso convida-lo se o senhor autorizar.
-Faça isso meu filho, tua mãe sempre gostava de dar jantares para amigos, sempre lembro dela, ela faz falta para todos nós.
-Sim pai ainda tenho lembranças dela, são poucas mais lembro, pai posso me retirar? Tenho coisas a fazer!.
-Sim meu filho, que Deus te abençoe!
-Amém pai.
Meu dia foi tranquilo, sem muitas preocupações, mas cansativo, não via a hora de me encontrar com Robert, pois aquela proposta estava me incomodando um pouco, mais tava pensando em pedir mais tempo a ele, isso não da pra se resolver assim, tinha que ser bem pensado, pois era minha vida que estava em jogo, mas pensar que vou viver eternamente me atraia, pois todo mundo sonha em ter isso.
Logo chegou a noite, jantei com meu pai como de costume e pedi licença para me retirar, pois queria me banhar e ir ao encontro tão esperado, já estava na praia a espera do Robert.
-Olá meu rapaz, não esperava você por aqui hoje pensei que você iria pensar mais um pouco, já decidiu?
-Não senhor Robert, vim aqui para pedir mais um tempo, e convidar o senhor para jantar em minha casa, o que o senhor acha?
-Seria uma honra mais será que seu pai não vai desconfiar de nada de quem eu sou?
-Não, acho que não, meu pai não acredita nessas coisas, foi ele mesmo que mandou te convidar.
-Então assim seja, irei jantar em sua casa, e quando seria esse jantar?
-Vai ser amanhã, se o senhor não tiver nem um compromisso.
-Amanhã à noite estarei lá.
-Senhor Robert posso perguntar uma coisa?
-Fique a vontade meu rapaz.
-Se por a caso eu vier a me apaixonar ou até mesmo ter filhos?
-Olhe meu rapaz, ai quem vai decidir é você, pois terá que transformar a sua donzela em vampira e quanto a filhos nunca se teve um caso de criança vampira, mais nada e impossível!
-Hum! Bom saber disso, o senhor é uns dos chefões dos vampiros?
-Digamos que sou uns dos primeiros vampiros, tem vampiros mais velhos do que eu, mais sou uns dos primeiros sim!
-Mais se eu quiser só me alimentar de animais eu posso?
-Poder você pode, mais chega um dia que você irá sentir necessidade de sangue de pessoas.
-Sei lá, vou tentar me controlar, porque não gostos da idéia de matar pessoas.
-A necessidade te obriga meu caro rapaz, mais já vi sim vampiro fazer isso, mais já te digo não e fácil.
-Me diz uma coisa, e as histórias de crucifixo e alho e verdade vocês tem medo?
-Sim são verdadeiras, porque nós somos mortos vivos na realidade, e Deus abomina isso, ai ele lançou isso contra nós, isso seria uma maldição entende?
-Sim com certeza, mais me diz uma coisa eu poderia ver meu pai escondido?
-Se você achar um meio, ai é com você, você vai morar comigo no meu castelo.
-Eu já imaginava isso!
-Você quer conhece-lo agora, vamos lá assim você já fica conhecendo, o que acha?
-É, pode ser, vamos!
Fomos caminhando pela beira da praia e conversando, a noite estava clara, pois era verão, janeiro de 1322, era no começo do ano, mal poderia saber que tudo iria começar naquele ano.
Chegamos, o castelo era grande, assustador e escuro, as cortinas eram de veludo vermelho, os móveis eram bonitos, quadros antigos, tudo era antigo.
-O que achou meu rapaz?
-E bonito só que notei uma coisa, não tem espelhos, porque?
-Nós vampiros não refletimos no espelho ai não tem necessidade de espelho em nossa moradia.
-Acho que vou indo, ta ficando muito tarde pra ir sozinho pra casa.
-À noite é uma criança meu rapaz, e você tem que acostumar porque sua pós-vida vai ser à noite.
-Eu sei, mais agora tenho que ir, amanhã nos encontramos na minha casa?
-Sim com certeza!
Tudo pra mim é novo, teria que aprender tudo com Robert, mais uma coisa já estava claro na minha cabeça, eu não iria matar uma pessoa, iria sobreviver de sangue de animais.
Pensava se tudo ia dar certo com o jantar, meu pai não poderia desconfiar de nada, pois ele iria falar direto pra igreja, teríamos que ter cuidado até eu decidir o que queria, mais no fundo eu já estava decidido, só não tinha coragem de dizer, não naquele momento, precisava saber mais a respeito de tudo aquilo, pois não imaginava existir tudo isso, sabia que existia ceitas como mason mais nada desse tipo, parece coisa de outro mundo, mais que estava acontecendo comigo.
Já era noite estava chegando a hora do jantar, estávamos a esperar Robert, estava na sala de estar com meu pai quando o nosso mordomo anunciou a chegada de Robert, ele estava elegante com uma capa preta e por dentro um vermelho sangue, meu pai foi o primeiro a se levantar.
-Presumo que o senhor seja Robert Valesco, muito prazer sou o pai de Teles, Richard Dracul, muito prazer Robert!
-O prazer é meu senhor Richard, o senhor tem um lindo castelo!
-Obrigado, sente-se, por favor! Vejo que você e Teles ficaram amigos?
-Sim, conversamos algumas vezes na beira da praia.
Eu deixei os dois se entenderem fiquei observando cada detalhes.
-Então senhor Robert no que mesmo trabalha?
-Bom eu herdei muitas terras da minha família vivo de criação de gado e vendas de imóveis.
-Hum! Interessante, meu filho falou que o senhor estaria interessado em nossas terras!
-Sim esse lugar me encantou muito, ar puro, verde por todos os lados, muito bonito, e se nós entrássemos em um acordo com a compra das terras.
-Sim com certeza vamos entrar em algum acordo, mais deixamos os negócios de lado por hora.
O jantar foi fluindo normalmente, ambos tinham muito pra conversar, isso me acalmou um pouco porque estava com medo que meu pai desconfiasse de algo, mais chegou a hora de Robert ir, o acompanhei até o portão.
-Vejo que o senhor se deu muito bem com meu pai.
-Sim seu pai é um homem muito culto, sabe como lidar com tudo isso que ele tem.
-E ele foi criado assim, pra trabalhar no campo, sentirei muita falta dele se eu vir a aceitar a sua proposta.
-Pense bem meu rapaz, porque se você aceitar não terá mais volta.
-Sim eu sei disso, mais tenho muito medo de morrer, e pensar que posso ver a evolução do mundo me fascina, acho que vou pagar pra ver, mais só me deixa mais um tempinho pra eu me despedir do meu pai e de todos.
-Sim com certeza te darei esse tempo.
Robert saiu andando pela escuridão, é lá no fim da estrada ele desapareceu do nada só deu pra ver uma fumaça branca no ar, fiquei ali pensando no que vi, era fascinante ver tudo aquilo em minha frente, e pensar que eu iria fazer tudo aquilo, e ainda viver eternamente, mais ao mesmo tempo penso no meu pai, como ele iria ficar sem mim, será que deveria falar pra ele o que vou fazer? Será que ele iria entender? Não sei tenho que pensar, em tudo isso, apesar de que acho que vou aceitar mais tenho que pensar muito.
Mais um dia que se passa na minha vida, e as duvidas aumentam mais, mais de uma coisa eu sabia, queria ser um imortal.
Ver tudo que vai se passar nesse mundo é incrível, mais preciso pensar muito sobre isso tudo.
Eu pedi um tempo para o Robert e sei que estava demorando a responder, mais tinha que despedir de meu pai.
2° CAPITULO.
Acordei decidido a me transformar em Drácula, e me despedi de todos, desci para meu café, meu pai já estava sentado na mesa, olhei para ele e sabia que seria ultimo olhar para ele naquela vida.
-Bom dia pai, ta uma linda manha não achas?
-Sim meu filho, um excelente dia, o que você vai fazer hoje?
-Não sei pai, porque?
-Nada só pra saber.
-Pai nunca te disse isso mais quero te dizer isso hoje, eu te amo muito, aconteça o que acontecer te amo muito.
-O que é isso agora meu filho, parece uma despedida?
-Não pai, não é uma despedida, mais me deu vontade de dizer isso.
-Sei, entendo!
Sai dali fui fazer meus afazeres como sempre, mais estava decido a falar com Robert à noite, acho que o Robert precisa de um tempo para armar a tal morte, mais já vou dar minha reposta para ele.
Tinha chegado a noite meu pai estava na sala de estar lendo um livro, fiquei olhando para ele, como se fosse a ultima vez que iria vê - lo, mais estava determinado a fazer.
A noite chegou, me arrumei e fui para a praia me encontrar com Robert, estava determinado a fazer a mudança em minha vida, estava caminhando pela praia quando senti uma presença de uma pessoa, era o Robert.
-Olá meu caro jovem como estas?
-Estou bem, e o senhor?
-Bem!, Resolveu seu dilema?
-Bom estou aqui pra isso!
-Eu sabia disso, e sei o que você decidiu.
-Então como vamos fazer?
-Primeiro terá que forjar sua morte e ai transformarei sua vida.
-Que dia o senhor esta pensando em fazer isso?
-O quanto antes meu caro!
-Bom eu já estou preparado!
-Bom meu jovem acho que você terá que fazer uma festa assim nós armamos o fogo e você “morrera” e assim mudara sua vida.
-Festa e fácil de fazer, mais o que me intriga e matar alguém, isso é demais pra mim.
-Calma meu jovem, isso com o tempo você se acostumara.
-Não será possível me transformar antes da festa?
-Não Teles porque você não poderá sair de dia e todos vão estranhar se você dormi o dia todo.
-É, não tinha pensado nisso.
-Teles você consegue fazer esta festa o quanto antes?
-Isso não será problema, deixa comigo, conversarei com meu pai e faremos tudo.
-Invente para seu pai que esta festa será para me homenagear, daí direi que vou viajar por algum tempo depois da festa, para que não saibam que agente esta aqui.
-Boa idéia Robert! Mas eu me mudarei para seu castelo nesse dia?
-Sim meu caro jovem, ai sim que sua vida vai ser eterna.
Nos despedimos ali mesmo, fui para minha casa pensando em tudo aquilo que iria acontecer, mal poderia imaginar ser transformado em um vampiro de verdade, mais por outro lado deixaria meu pai sozinho neste mundo, sabia que ele iria sofrer muito, mais quem sabe eu não apareceria pra ele um dia e não o traria para meu lado de novo. Já era de manhã, acordei e fui tomar o meu café, meu pai já estava na mesa.
-Bom dia pai, como passou a noite?
-Bom dia meu filho, passei bem e você?
-Bem pai, estava pensando em dar uma festa o que acha? Em homenagem ao Robert.
-Acho boa idéia meu filho, pode convidar a cidade toda.
-Sim foi isso que pensei pai.
Falei com meu pai sobre a festa, que queria dar ao Robert, meu pai achou uma boa idéia preparamos o nosso salão de festas, convidamos todas as famílias nobres da cidade, iria ser dali dois dias a festa, não sabia como o Robert iria fazer toda a trama, pois ele disse que ia fazer do jeito dele.
Não parava de pensa no momento em que eu ia me transforma em vampiro, mais também não parava de pensa no meu pai, mais daria um jeito de trazer ele pra perto de mim, não sabia o que faria exatamente mais sabia que tinha que trazer meu pai pra junto de mim.
Já estava no dia da festa, dia que tudo iria muda em minha vida, acordei o Robert estava em meu quarto levei um susto.
-O que o senhor estar fazendo no meu quarto?
-Calma meu jovem, não queria te assustar, só vim aqui pra saber se você estará pronto?
-Sim Robert, mais converso que estou ansioso pra acaba com tudo isso, estiver todo feito, e o senhor já sabe o que vai fazer?
-Esta tudo sob controle meu jovem, na hora certa você vai saber o que fazer, só te peço uma coisa, preste atenção na festa e quando pega fogo, você tem que sair rápido daquele lugar.
Já era noite todos estavam na festa, se divertindo, bebendo, conversando, quando Robert chegou na festa, tudo vestido de perto e com uma cartola e sua bengala, todos queriam falar com ele, em certo ponto da festa Robert pediu a atenção de todos.
-Meus caros amigos fico muito satisfeito de estar aqui sendo homenageado por Teles e Richard é a vocês que me acolheram nessa cidade maravilhosa Transilvânia, mais devo me ausentar por algum tempo, a negócios mais logo estarei aqui com vocês.
Quanto isso Robert estava com um charuto na mão e de propósito encostou o charuto na cortina e logo foi pegando fogo por todos os lados, e quanto todos iam correndo para escapar do fogo Robert atacou um homem com minha estatura, e viu que fiquei assustado com tudo aquilo e me puxou sumimos ali mesmo, quando percebi já estávamos no castelo dele, estava pleperxo o que estava acontecendo comigo naquele instante, mais precisava me acostumar com tudo aquilo.Estávamos no castelo, era uma sala ampla cheia de moveis antigos, tinha cortinas vermelhas todas aveludadas.
-Não se assuste Teles trouxe você para o meu castelo, agora chegou a hora de você ver o mundo de outra forma, você esta no que você quer se transformar?
-Sim Robert está pronto, já chegamos até aqui não tem volta.
Robert furou seu pulso para me do seu sangue para me transformar, segurei seu pulso e olhei pela ultima vez a minha volta com olhos de humanos, comecei a sugar aquele sangue quente, me deu uma tontura e desmaiei.
O Robert me levou para o porão e me deixou dormindo. Na outra noite acordei muito bem, vi que estava muito escuro ao meu redor, fiquei apavorado coloquei minhas mãos pra cima e sentir que poderia empurrar, vi que estava dentro de um caixão, e parecia que estava sozinho naquele ambiente, sair do caixão fui procurar o Robert, ele estava numa sala de estar, muito ampla era uma biblioteca com uma lareira, vi que Robert estava sentado numa poltrona, encostei minha mão sobre o Robert.
-Boa noite Robert, acha que conseguimos fazer nossos planos não?
-Sim Teles saiu perfeitamente, só que senti seu pai muito abalado, só que você tem que agüenta isso meu filho.
-É pra mim vai ser muito difícil ver tudo isso vai ser de mais pra mim.
-Mais tudo vai mudar sua vida Teles nada na sua vida vai ser igual principalmente sua alimentação.
-Sim Robert sei de tudo isso, me sinto tão bem, minhas dor nas costa acabou, mais pensou em me alimentar só de animais, não me imagino matando alguém.
-Eu entendo Teles eu também pensava assim mais a nossa necessidade por sangue e maior do que nossa consciência.
-Robert quero te pergunta uma coisa, você conhece muitos vampiros?
-Sim Teles temos muito de nossa raça mais todo vive escondido por ai, e também temos o mais velho drácula, ele era na época de Jesus e ate hoje ele vive escondido, que por sinal ele que me transformou no que sou agora.
-Poderei conhece-los? Afinal só terei vocês agora.
-Sim com certeza você ira conhece-los mais por enquanto você deve se acostuma com tudo isso que esta acontecendo com você, mais quero te dizer uma coisa muito importante, quando eu morrer você vai ficar com minhas propriedades, quero dizer tudo que e meu passa ser seu.
Tudo ali se passava naturalmente dentro do possível, me sentia muito saudável, o Robert saia todas as noites não sabia para onde mais acho que era para saciar a sede de sangue, eu sugava sangue de animais ratos, lebres, cobra e por ai vai, mais sabia que faltava algo a mais em mim, sabia que era sangue humano o que me faltava mais estava tentando me controlar, mais um certo dia o Robert chegou com uma linda donzela, e me chamou para conversamos os três, no decorrer da conversa Robert fez um movimento brusco e agarrou a moça, ela só tinha desmaiado, e o Robert disse.
-É sua vez Teles, tenha coragem se quiser sobreviver nesse mundo obscuro que nós escolhermos viver.
-Não posso Robert matar uma pessoa, isso vai contra os meus princípios.
-Que principio meu caro jovem você se transformou em um drácula se esqueceu?
-Eu sei Robert mais não consigo me de um tempo, por favor, só o que te peço.
-Se é assim que você quer, então será.
Robert pegou a moça com força e sugou ate o ultima gota de sangue dela, depois foi ate ao lago que tinha perto do castelo e jogou ela lá, eu fiquei pleperxo não sabia o que fala e nem agir, fiquei pensando que um dia eu tinha que fazer aquilo para sobreviver, mais era muito deprimente matar uma pessoa para sobreviver, isso seria egoísmo mais o que fazer eu fiz uma escolha.
Fomos convidados a uma festa em outra cidade, festa que só tinha vampiros, finalmente iria conhecer outros vampiros.
Já estávamos na festa, Robert iria me apresenta, era tudo luxo gente rica e ao mesmo tempo esnobe, mais me chamou uma pessoa em especial ela era alta, loira olhos azuis, e tinha um ar de mistério, pedi para o Robert me apresentar pra mim.
-Querida Luisiana Blaylock quero lhe apresentar Teles Dracul, meu amigo.
-Muito prazer senhorita Luisiana, a senhorita e encantadora.
-Obrigada, o prazer é toda minha, senhor Teles, é novo nesse mundo vampiresco?
-sim faz um mês que me transformei, e confesso que a cada momento eu me espanto.
-Aos poucos o senhor vai se acostuma com tudo isso.
-Da onde a senhorita é?
-Sou da Inglaterra, senhor Teles
-Fiz muitas viagens á Inglaterra a negócios, e muito linda a cidade.
Robert percebeu minha admiração pela linda vampira e propôs.
-Luisiana que tal você passar uns dias em meu castelo, seria uma hora em ter você como minha hóspede.
-Com muito prazer senhor Robert, quando poderei ir pra lá?
-Bom, se a senhora quiser pode ir nesse final de semana ficaremos aguardando a senhora.
-Irei com um imenso prazer, obrigada.
-O que esta pensando Robert?
-Eu sei que você ficou encantado por ela, acho que esta na hora de quebrar algumas regras nesse mundo em que vivemos, não acha?
-Sim, entendo o que senhor esta pensando é concordo.
Os dias foram se passando, agora já não estava mais preocupado com o que me transformei, e sim naquela linda vampira, não tomei ainda sangue de humanos, Robert esta me pressionando mais continuo me segurando, só sugava sangue de animais.
Chegou o fim de semana,estava ansioso para a chegada da Luisiana não sei o que iria da, Robert disse me que não avisa namoro entre vampiros mais nada nos impediria de acontecer algo.
-Bem vinda senhora Luisiana, estávamos ansiosos.
-Obrigada pela hospitalidade, mais espero ficar menos tempo possível pra não incomodar.
-Que isso você e bem vida em nosso castelo.
-Onde estar o senhor Teles, não o vejo! Queria cumprimentá-lo.
-Ele deve ta dando suas voltas de sempre pela praia, sempre digo pra ele se cuidar, mais ele não da ouvidos, mais ele estará aqui logo.
-Seu castelo é muito lindo, parece ser antigo!
-Sim mais o comprei há pouco tempo, pois me mudei para Transilvânia
-Será que poderia ir e encontrar com o senhor Teles é aproveito e conheço a redondezas.
-Sim minha querida fique à-vontade a casa é sua.
Eu estava andando na praia, a lua estava cheia, dava para senti a brisa pelo rosto, quando vi uma linda mulher toda de preta vindo em minha direção, tentei me esconder mais ouvir ela me chamar Teles Teles....
-Ola senhorita Luisiana que bom que a senhorita veio, fico feliz em ter a senhora aqui com nos, já encontrou o senhor Robert?
-Eu também fico feliz em vim visitá-lo, sim já conversei com Robert, ele é muito gentil.
-Senhorita Luisiana como foi que você se transformou?
-A é uma longa historia eu me decepcionei muito com meu marido e encontrei o Drácula mais velho que existe e ele me fez a proposta, ai como estava desesperada aceitei sem pensar.
-Mais a senhora se arrepende?
-Algumas vezes sim algumas não e muito relativo pensa nesse aspecto, mais se for pensa em nunca morrer vale apena o senhor não acha?
-De certa forma, a senhora esta certa mais por outro lado, sinto falta do meu pai, e da minha antiga vida, mais agora não adianta reclamar, o que ta feito ta feito.
-Mais aonde a senhora vive? Com o Drácula que te transformou?
-Sim vivo com Vlad mais só somos bons amigos.
A vinda de a Luisiana me agradou muito mais sabia que os vampiros nunca chegaram a namorar, ou ter algo a mais com uma vampira deixei pra la, estava mesmo era preocupado em não beber sangue de humano, mais sabia que uma hora iria acontecer, descobrir muitas coisas sobre vampiros como eles viviam, e cada vez mais me fascinava com aquilo tudo, cada vez mais a minha amizade com Robert ficava mais forte, ele era como se fosse meu pai, só não concordávamos em ter que beber sangue humano mais isso eu ainda estava driblando a minha sede por sangue, eu e Luisiana estávamos se tonando amigos eu diria que mais que amigos, a cidade estava desconfiada de vampiros pela redondezas, Robert já estava preocupado com aquela situação mais ainda estava querendo fica ali, por minha causa, devido ao meu pai estar ali na cidade, porque sempre iria dar uma olhada nele as escondidas
Robert estava conversando comigo e me deu um alerta.
-Teles cuidado com a Luisiana, não digo exatamente com ela mais é que ela mora com o Drácula mais velho que já existiu, e ele é tipo daqueles Drácula obsessivo e todos sabem que ele gosta dela.
-Não sabia dessa história, mais não se preocupe ficarei atento, mais será que Luisiana gosta dele?
-Olha Teles isso não sei lhe dizer mais fica atento, porque o Vlad ele e louco então vai com calma.
Fiquei atento porque tinha ouvido muitas histórias do Vlad, e também eu iria devagar com a Luisiana, mais ainda estava com problema de sugar sangue humano não queria matar ninguém, estava-me contetando com sangue de animais, estava me acostumando com minha nova vida, só a saudade que doía um pouco, mais sempre que podia eu iria ver meu pai, meu relacionamento com Robert se estreitava cada vez mais, era como se fosse pai e filho, ele me ensinava tudo que hoje eu sabia sobre a nova vida
Robert veio me avisa que Vlad estava a caminho, mais não era pra fica no castelo, era fixar aqui pelas redondezas, talvez ele quisesse traçar uma guerra entre vampiros, e também se vingar por eu ter me aproximado da Lusiana, todos sabiam que ele era vingativo, mais também todos sabiam que Lusiana não gostava dele, ela só era grata por ele ter abrigado ela em seu castelo, no inicio não dei muita bola mais Robert disse para mim se preocupa porque ele não era bozinho que nem nós
Eu já estava se acostumando com minha nova vida, que era bastante fascinante, quantos a dona Luisiana a nossa amizade estava bastante intima, e o Robert era como se fosse meu pai, também estava preocupado com o famoso Drácula que o Robert tinha me falado dele, que ele gostava da Luisiana.


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